11
A mãe do menino, Nívia Estevam, de 27 anos, contou à RFI que, até agora, não recebeu nenhum contato do Ministério da Educação, da escola ou dos pais das crianças envolvidas. Segundo ela, o único retorno oficial veio do Consulado do Brasil no Porto, que ofereceu apoio psicológico e jurídico.