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Roubo no Louvre: após mais de 1 mês, mais quatro suspeitos são presos, anuncia Promotoria de Paris

por edineymartinstorres


Cinco novos suspeitos de participação no roubo do Louvre são presos em Paris
Após pouco mais de um mês de buscas e investigação, mais quatro pessoas que estariam ligadas ao roubo das joias do acervo do Museu do Louvre foram presas nesta terça-feira (25), informou o a Promotoria de Paris.
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Em comunicado, o órgão informou que os suspeitos são dois homens de 38 e 39 anos e duas mulheres de 31 e 40 anos.
Segundo o jornal francês “Le Parisien”, um deles é o último suspeito de fazer parte da quadrilha de quatro homens que efetuou a invasão. Ele teria sido detido na região de Paris por investigadores da unidade de combate a gangues (BRB) da Polícia Judiciária da Prefeitura de Paris (DPJ-PP), em cumprimento a um mandado expedido pelos juízes responsáveis ​​pela investigação.
Ainda de acordo com a reportagem, o suspeito já tem ficha criminal e será indiciado por “roubo organizado” e “associação criminosa”.
Até o momento, nenhum vestígio das joias roubadas, que são avaliadas em US$ 102 milhões, foi encontrado.
Coroa da imperatriz francesa Eugênia, uma das peças roubadas do museu do Louvre em 19 de outubro de 2025
Museu do Louvre/Divulgação
O roubo em plena luz do dia ocorreu no dia 19 de outubro. Dois homens estacionaram um veículo do lado de fora do Louvre, subiram uma escada até o segundo andar, quebraram uma janela, arrombaram vitrines com esmerilhadeiras e fugiram na garupa de scooters – tudo isso em menos de sete minutos.
No começo do mês, os outros três suspeitos, além de outras pessoas que estariam ligadas ao crime, já haviam sido detidos. A Promotoria de Paris revelou na época que todos eram amadores.
“Não se trata exatamente de delinquência cotidiana, mas é um tipo de delinquência que geralmente não associamos aos escalões superiores do crime organizado”, declarou a promotora de Paris, Laure Beccuau, à rádio Franceinfo.
Também no começo de novembro, o ministro do Interior da França, Laurent Núñez, disse ao “Le Parisien” que o último suspeito, que ainda estava foragido e era procurado, seria o organizador de fato do assalto.

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