O ouro vem apresentando uma forte valorização desde o final do ano passado, tendo valorizado 65% em 2025 e atingindo um patamar histórico no dia 26 de janeiro: pela primeira vez, bateu (e superou) a marca de US$ 5 mil por onça.
A leitura do mercado é que os investidores buscam um porto seguro em um momento de elevada instabilidade global, com a possibilidade de uma guerra tarifária entre Estados Unidos e União Europeia e as tensões da maior economia do mundo com o Irã.
O metal precioso chegou a sofrer uma forte queda no dia 30 de janeiro, em meio à instabilidade dos mercados financeiros. Ainda assim, o bom momento parece sólido: o ativo subiu mais de 6% na terça-feira (3), registrando o maior ganho diário desde 2008. Com isso, o ouro segue acima da faixa histórica dos US$ 5 mil.
Diante desse contexto, muitos investidores que nunca tiveram exposição ao metal precioso passaram a enxergar o ouro como uma alternativa de proteção. No mercado tradicional, investidores costumam se expor ao metal precioso por meio dos ETFs (fundos negociados em bolsa) de ouro.
Na prática, ao adquirir uma cota de um ETF de ouro, o investidor passa a deter uma participação em um fundo que mantém lastro no metal. Isso pode ocorrer por meio da compra direta de ouro físico, armazenado em cofres certificados, ou por contratos financeiros atrelados à commodity, a depender da estrutura do fundo. Assim, quando o preço do ouro sobe, o valor da cota tende a subir; quando cai, o movimento é inverso.
No entanto, como tem sido comum no atual cenário financeiro, o mercado de criptomoedas oferece uma alternativa ainda mais simples — e potencialmente mais rentável. Isso é possível por meio da compra de stablecoins lastreadas em ouro, que acompanham as altas e baixas do metal precioso.
Ganhar exposição ao ouro via criptomoedas funciona da mesma forma que comprar Bitcoin ou Ethereum: basta ter conta em uma corretora e adquirir o ativo.
Os dados indicam que o brasileiro considera mais fácil investir em criptomoedas do que em ações. Segundo a B3, em 2024, 5,3 milhões de brasileiros possuíam ações, enquanto 25 milhões de brasileiros já investiram em criptomoedas, segundo pesquisa da Datafolha em parceria com a Paradigma Education.
As principais stablecoins lastreadas em ouro atualmente são a PAX Gold (PAXG) e a Tether Gold (XAUT). Ambos os ativos possuem lastro em ouro físico mantido em cofres, além de auditorias independentes que atestam a confiabilidade das reservas.
Ouro com cashback em Bitcoin
Além da maior facilidade de exposição ao ouro proporcionada pelo mercado de criptomoedas, essa alternativa também oferece uma vantagem adicional em relação ao mercado tradicional: a possibilidade de rendimento passivo.
A corretora de criptomoedas brasileira MB | Mercado Bitcoin, por exemplo, está oferecendo cashback de 2% em Bitcoin para os investidores que comprarem a stablecoin lastreada ao ouro, PAX Gold (PAXG), nesta quinta-feira (5).
A ação faz parte da primeira Super Quarta de 2026, iniciativa de ofertas que ocorre entre os dias 4 e 6 de fevereiro. Durante o período, os clientes poderão receber cashback de até 5% em Bitcoin ao investir em ativos digitais selecionados.
Essa é uma forma de o investidor se expor a dois dos ativos mais relevantes do mercado: o ouro, que há séculos se consolida como reserva de valor e é o ativo mais valioso do mundo; e o Bitcoin, que em apenas 16 anos saiu do zero para uma capitalização de mercado de US$ 1,5 trilhão, tornando-se o oitavo ativo mais valioso do mundo.
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