Na coluna de terça, escrevi sobre Allison Pugh, professora de sociologia da Universidade Johns Hopkins, que mostrou os riscos de imaginarmos a inteligência artificial como a panaceia para a sociedade contemporânea. No entanto, no Century Summit VI, evento realizado pela Universidade Stanford com o tema “Longevidade, aprendizado e o futuro do trabalho”, os defensores da IA também dispunham de bons argumentos. No painel intitulado “Enabling learning across the life course” – algo como “Viabilizando o aprendizado em todas as fases da vida” – muito se discutiu sobre um novo design para a educação, mais antenado com as demandas contemporâneas e ao alcance de todos.
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