Mesmo depois de oito fins de semana em cartaz, “Obsessão” continua atraindo público e resistiu ao período do feriado de 4 de Julho nos EUA. A arrecadação foi de US$ 5,3 milhões no mercado doméstico e de US$ 12 milhões no exterior no feriado, ainda segundo a Variety.
A bilheteria na América do Norte se aproxima de US$ 250 milhões, patamar que poucos filmes alcançam no cenário pós-pandemia. O thriller de baixo orçamento estreou em maio com US$ 17 milhões na região e, nas semanas seguintes, teve quatro fins de semana consecutivos com arrecadação maior do que a do lançamento.
O desempenho foi impulsionado por boca a boca positivo e pela adesão do público da geração Z. A trama acompanha Bear (Michael Johnston), um romântico sem sorte que faz um desejo para que sua amiga Nikki (Inde Navarrette) se apaixone por ele, o que traz consequências terríveis.
Outros títulos de terror também cresceram com o público jovem
“Obsessão” é citado ao lado de “Backrooms”, da A24, como exemplo de terror que ganhou fôlego e contrariou a ideia de que jovens estariam menos interessados em ir ao cinema. De acordo com a Variety, “Backrooms” soma US$ 347 milhões no mundo até agora.
“Backrooms” também tem direção de um criador que veio do YouTube, Kane Parsons, em movimento parecido ao do diretor de “Obsessão”, Curry Barker. A combinação de baixo orçamento, apelo nas redes sociais e sessões cheias ajudou a manter os filmes em evidência por várias semanas.