As novas regras foram publicadas uma semana depois de a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, anunciar que atores gerados por IA não poderão concorrer à sua estatueta. A utilização de IA na indústria do entretenimento é um tema sensível que preocupa atores e roteiristas, que temem ser substituídos pela tecnologia.
O tema foi central nas negociações contratuais que paralisaram o setor em 2023 e voltou à tona recentemente com o anúncio de uma produção protagonizada por uma versão do falecido Val Kilmer gerada por IA. Kilmer aparece no filme de faroeste “As Deep as the Grave” com o aval de sua família, que autorizou a iniciativa e abriu, para esse fim, o arquivo visual do ator, que morreu no ano passado.
O Globo de Ouro enfatizou que, para outras áreas do processo de produção, será aplicado o mesmo critério de autorizar obras nas quais prevaleçam “a direção criativa humana, o juízo artístico e a autoria”, mantendo a IA apenas como uma ferramenta.
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