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A defesa de Musk alega que documentos internos da Microsoft demonstravam que a companhia na realidade tinha o foco nos lucros, e não em ajudar a fomentar um serviço de IA filantrópico. Isso depois de ver seu investimento inicial de US$ 13 bilhões (R$ 63,53 bilhões, na cotação atual) disparar para US$ 92 bilhões (R$ 449,59 bilhões) quatro anos mais tarde. A participação do grupo agora é avaliada em US$ 135 bilhões (R$ 659,72 bilhões).