“Essa peça de roupa tinha uma nota”, confirmou Chu. “Não quisemos fazer um close-up nisso porque seria excessivo e anteciparia demais o clímax. Precisávamos que o público acreditasse na história que estava sendo contada.”
A revelação explica a cena em que Fiyero, agora em forma de espantalho, abre uma passagem secreta no castelo para revelar Elphaba viva. Aparentemente surpresa, ela sussurra “Fiyero?” – mas segundo o diretor, a personagem já sabia que ele estaria lá.
“É importante entender que houve correspondência [entre eles]”, explicou Chu. “Caso contrário, por que ela desceria até lá?”
Questionado sobre a aparente incerteza de Elphaba ao ver Fiyero transformado, o diretor foi mais profundo. “Ela sabia que ele estava vivo, claro, e que se tornara essa coisa. Mas acredito que ela não o tinha visto de fato até aquele momento”.
Chu destacou a complexidade emocional do encontro. “Há um pouco de culpa – ‘Fiz a coisa certa?’ – e então ele a tranquiliza, dizendo ‘Você salvou minha vida'”.
O diretor elogiou a interpretação de Erivo e Bailey. “Eles levaram o tempo necessário para aquele momento. Foi lindo de experienciar – o silêncio e o desconforto, a exploração mútua”.