Home NotíciasGoverno Trump fala em prisão perpétua para afegão que atirou em militares da Guarda Nacional

Governo Trump fala em prisão perpétua para afegão que atirou em militares da Guarda Nacional

por edineymartinstorres


Dois militares baleados perto da Casa Branca, nos Estados Unidos
Os dois integrantes da Guarda Nacional que foram baleados em um ataque nesta quarta-feira (26) perto da Casa Branca, em Washington, D.C., sobreviveram à cirurgia a que tiveram que ser submetidos, afirmou a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, nesta quinta-feira (27).
Em entrevista à emissora americana Fox News, a aliada do presidente Donald Trump ainda disse que o responsável pelo ataque, um imigrante afegão que foi preso após o crime, deve enfrentar acusações de terrorismo e pode ser condenado à prisão perpétua.
“Neste momento, vamos basear as acusações no prognóstico deles. Ambos passaram por cirurgia. Não vou falar sobre o estado de saúde deles agora. Novamente, estamos rezando pela recuperação deles, mas, na pior das hipóteses, a pena mínima será prisão perpétua com acusações de terrorismo”
Saiba mais sobre o ataque
🪖O que é a Guarda Nacional?
A Guarda Nacional é formada por militares da reserva que vivem como civis e são convocados quando necessário. Ela atua em situações de emergência, desastres naturais e missões de segurança. Apesar de ser comandada principalmente pelos estados, pode ser acionada pelo governo federal para operações específicas.
🏛️Por que a Guarda estava em Washington?
A presença atual da Guarda Nacional na capital começou em 11 de agosto de 2025, quando o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva declarando “emergência criminal” em Washington. O decreto permitiu mobilizar soldados para apoiar as forças locais, proteger prédios federais e reforçar o patrulhamento das ruas.
Mais de 2 mil membros da Guarda Nacional foram enviados à capital dos EUA. A medida enfrentou resistência da prefeita de Washington, Muriel Bowser. Ela classificou a intervenção como “alarmante e sem precedentes” e disse que não estava surpresa, considerando a “retórica do passado” de Trump.
Na semana passada, uma juíza federal determinou o fim da operação, mas suspendeu a própria decisão por 21 dias para dar tempo ao governo Trump de retirar as tropas ou recorrer.
📜Papel da Guarda Nacional na área da Casa Branca
A segurança diária da Casa Branca é responsabilidade do Serviço Secreto, que controla acessos e protege o presidente. A Guarda Nacional não faz a proteção de rotina do local.
Durante a mobilização federal, porém, passou a atuar no entorno da área, ocupando pontos estratégicos, reforçando a vigilância de vias próximas e oferecendo apoio às autoridades responsáveis pela segurança da região central de Washington.
🚨Como foi o ataque?
Os dois soldados estavam em missão de patrulhamento quando foram atacados. A região foi isolada após os tiros, e equipes de segurança reforçaram os bloqueios próximos à Casa Branca. As investigações continuam para determinar a motivação e as circunstâncias do crime.
Trump não estava na Casa Branca no momento do ataque. Ele deixou Washington na noite de terça-feira e viajou para a Flórida, onde deve passar o feriado de Ação de Graças. O vice-presidente J.D. Vance também não está na cidade.
Em uma rede social, Trump chamou o atirador de “animal” e disse que os militares foram socorridos em estado grave. Segundo ele, o autor dos disparos ficou gravemente ferido e “pagará um preço muito alto” pelo ataque.
Ataque aconteceu próximo da Casa Branca
Juan Silva/Arte g1

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