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“Não vejo a hora de receber o que é meu”

por edineymartinstorres

O jogador Gustavo Scarpa, do Atlético Mineiro, reencontrou o ex-companheiro de Palmeiras, William Bigode, atualmente no América Mineiro, no domingo (22), em partida pelo campeonato estadual. Em campo, o empate em 1 a 1 na Arena MRV, fora das quatro linhas, segue uma disputa judicial de R$ 6,3 milhões movida por Scarpa contra o atacante envolvendo uma suposta pirâmide financeira.

Segundo O Globo, antes de a bola rolar, os dois jogadores tiveram um cumprimento cordial, com aperto de mãos.

Um processo na Justiça de São Paulo envolve um suposto golpe com investimentos em criptomoedas. Scarpa e o lateral Mayke – hoje no Santos – afirmam ter perdido juntos cerca de R$ 10,3 milhões após aplicarem recursos em uma empresa indicada pela WLJC, que tinha Bigode como sócio. A promessa era de retornos mensais de até 5%, o que nunca se concretizou.

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Segundo os jogadores, o dinheiro foi direcionado à Xland Holding Ltda., mas, ao solicitarem o resgate, os valores não foram devolvidos, mesmo após prazos informados pela empresa. Diante disso, ambos recorreram à Justiça em 2023 para rescindir os contratos e tentar recuperar os valores investidos. Na época, por volta de abril, a defesa de Bigode disse que a decisão havia sido precária e prematura.

“Quero receber o que é meu”

Após o reencontro, Scarpa voltou a cobrar publicamente o ex-colega e lamentou o rompimento da amizade.

“A gente tinha uma amizade muito maneira, mas o maluco decidiu ir por outro caminho e agora paciência, torcer para que tudo se resolva o quanto antes. A situação é muito ‘preto no branco’ e não vejo a hora de receber o que meu de direito”, afirmou.

Apesar do cumprimento antes da partida, o caso segue sem solução definitiva e continua em tramitação na Justiça.

Relembre o caso

O meia Gustavo Scarpa e outros jogadores investiram milhões em criptomoedas por meio de empresa indicada por Willian Bigode, com promessa de rendimentos de até 5% ao mês.

Os pagamentos cessaram, e o caso foi parar na Justiça. Scarpa acusa Bigode de intermediar o negócio, enquanto o atacante afirma também ser vítima; decisões judiciais determinaram ressarcimento parcial dos prejuízos.

O imbróglio já teve desdobramentos judiciais relevantes. Segundo a CNN Brasil, em 2024, Scarpa conseguiu o bloqueio de cerca de R$ 530 mil das contas de Bigode, além de decisões que atingem parte de seus rendimentos salariais. No ano passado, a Justiça condenou Bigode a ressarcir Mayke em R$ 4,5 milhões.

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