Holland também contou que a equipe decidiu inverter uma fórmula usada nos longas anteriores do herói. Segundo ele, em vez de abrir com uma apresentação do grande mal, o filme deixa o mistério se sustentar por grande parte da narrativa.
Nos nossos filmes anteriores, eles geralmente começavam com essa abertura, onde você estabelece para o público que este é o grande mal do filme, e este é o seu objetivo. E nós decidimos fazer o contrário, e permitir que esse mistério seja levado através dos primeiros dois terços do filme, para que o público esteja no mesmo barco que o Peter Parker. Tom Holland
O diretor Dustin Daniel Cretton disse que buscou entender, logo no início, se os principais nomes envolvidos estavam alinhados sobre o que queriam para o próximo capítulo do personagem.
Durante a primeira semana, quando eu estava encontrando todos, meu primeiro objetivo, quando eu conheci o Tom, Zendaya, Rothman [CEO da Sony], Amy [Pascal, produtora executiva] e Kevin [Feige, produtor executivo], foi descobrir se eles gostam de cada um. E o que foi realmente maravilhoso foi que eles não só falavam muito bem de cada um, mas também falavam a mesma língua sobre o que eles queriam para o próximo filme. Dustin Daniel Cretton
No debate do programa, Roberto Sadovski comentou que a história do longa ‘está sendo guardada a sete chaves’ e disse ver com bons olhos a estratégia.
Existe uma cultura do spoiler muito agressiva em filme de super-herói. Essa cultura do spoiler é uma cultura muito burra. E ela é alimentada por pessoas muito burras também. A cultura do spoiler, eu acho ela danosa. Roberto Sadovski