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O confisco de bens russos hospedados na UE para custear os custos militares da Ucrânia na guerra é alvo de debates desde o início do conflito, quando o Exército russo invadiu o território ucraniano em fevereiro de 2022. Desde então, no entanto, apenas os juros desses bens estavam sendo repassados a Kiev, o que gerava entre 3 e 5 bilhões de euros (entre R$ 18,5 e 31 bilhões) por ano. Estima-se que a Rússia tenha cerca de 210 bilhões de euros (R$ 1,3 trilhões) em ativos congelados na UE.